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Padronização da TI em nível global, mas ditada pelo Brasil, em um projeto que já começou pela infraestrutura de storage, servidores e redes, devendo chegar à fase de desktops em julho de 2012 e, na conclusão desta etapa, partir para a área de sistemas. Esta é a aposta da Groupe Doux, gigante do setor avícola.

O Brasil, onde o time de TI da Doux conta com 20 colaboradores próprios e 15 terceiros alocados na sede em Montenegro, será o guia da unificação da TI. “Hoje, 80% da tecnologia de infraesutrutura da empresa é ditada pelo Brasil”, afirma Lopes. O que se pode ver por processos como a virtualização, que por aqui já atingiu 90 servidores, com meta de chegar a 100% do parque em março de 2012, e será replicada na França, segundo o gerente.

Hoje, além dos servidores virtuais, a Doux conta com 36 máquinas físicas. Mainframe, mil estações de trabalho (entre desktops e notebooks), 50 switches de hub, com backbone de mil MB/S, atendendo a 2,9 mil usuários de rede que somam 1,2 mil caixas postais, completam a infraestrutura da operação nacional.

A operação brasileira do grupo, que é um dos cinco maiores exportadores mundiais de aves e produtos processados, embasa sua força de vendas na mobilidade. “Toda força de vendas no Brasil é baseada em smartphones. Temos cerca de 80 dispositivos, que utilizam um sistema gaúcho”, comenta o gerente de TI, sem revelar os fornecedores.

Em cloud computing, a Doux Frangosul – assim como o Groupe Doux – ainda investe pouco. Hoje, apenas uma ferramenta de gestão de fluxo de caixa está em nuvem na operação brasileira. “No ano que vem, debateremos isso e preparemos algumas áreas para ir para a nuvem, o que deve começar, efetivamente, em 2013. O foco inicial será o correio eletrônico”, afirma Lopes.