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O novo ranking global de sustentabilidade energética feito pelo Conselho Mundial de Energia (WEC, na sigla em inglês) indica que a maioria dos 90 países avaliados estão longe de conseguir sistemas energéticas completamente sustentáveis. O Brasil é apenas o 53º colocado, atrás de
outas nações latino-americanas como Argentina (28º), Colômbia em 33º, Uruguai em 36º, Bolívia (45º), México (50º), Trinidade e Tobago (51º) e Paraguai (52º).
Segundo o Índice de Sustentabilidade Energética 2012, a maioria dos países ainda não conseguiram um equilíbrio no “trilema” energético entre três desafios: a segurança energética, a igualdade social e a mitigação do impacto no meio ambiente.
Como mostram os resultados, a mitigação do impacto é um problema universal. Assim mesmo, proporcionar acesso a energia a preços acessíveis e de alta qualidade continua sendo um desafio significativo para economias emergentes e em desenvolvimento. Finalmente, muitos países, independentemente de seu nível de desenvolvimento, lutam com problemas de segurança energética.
Dos 94 países que formam parte do ranking, os primeiros postos de sustentabilidade energética correspondem aos países desenvolvidos como a Suécia, Suíça, Canadá, Noruega, Finlândia, Nova Zelândia, Dinamarca e Japão. 
“A mensagem do Índice de Sustentabilidade Energética é claro: todos os países estão enfrentando a desafios em sua transição para sistemas energéticos mais seguro, ecológicos e equitativos”, afirma Pierre Gadonneix, presidente do Conselho Mundial de Energia. “O que marca a diferença é como cada país estabelece seus objetivos finais, como equilibram economias de mercado e políticas públicas, e como projetam as melhores políticas para promover a eficiência e otimizar custos, recursos e investimento a longo prazo”, afirma.