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O Banco do Estado do Pará - Banpará fechou um projeto com a IBM Brasil para lidar com a explosão de dados gerada por todas as esferas do banco. O projeto, implementado pela Suporte Informática Soluções, parceira de negócios da IBM para a região Norte, teve investimentos de mais de R$ 2 milhões.

Segundo o Diretor de Tecnologia do Banpará, Eugênio Pessoa, o processamento realizado durante a madrugada estava chegando ao limite do horário de abertura das agências do banco. Com o crescente aumento dos dados, em pouco tempo ultrapassaria esse horário, prejudicando o atendimento aos clientes do banco.

“A IBM nos apresentou uma solução cuja implantação era segura e de curto prazo, o que nos motivou a adotar a mudança de sistema”, afirma o diretor. Visando o crescimento da demanda na região, o banco planeja outros investimentos em tecnologia.

“Nossa carteira passou de R$ 800 milhões para R$ 2,4 bilhões nos últimos dois anos. Embora o novo sistema comporte mais crescimento, precisamos estar preparados para continuar buscando novos negócios”, explica Pessoa.

O ambiente de tecnologia do banco é composto por dois data centers, um principal e outro de contingência. O principal desafio do projeto consistia em realizar a migração de todos os dados para os dois data centers em um tempo extremamente curto, de forma a minimizar o impacto nas operações da instituição.

“Com as facilidades oferecidas pela tecnologia IBM, a migração dos dados foi feita de maneira simples e transparente, sem gerar nenhum impacto na disponibilidade integral do sistema”, explica o Sócio-diretor da Suporte Informática, Dário Ximenes, responsável pela implantação do novo sistema.

A tecnologia implementada reduziu em 3,5 vezes o tempo de processamento das transações do Banpará. Além disso, outro benefício importante conquistado é a segurança de que as agências do banco abrirão com os dados atualizados e ainda com tempo suficiente para reprocessamento, caso seja necessário. “Também tivemos uma sensível melhora no clima interno, com a expressiva redução do estresse sofrido pelos funcionários, causado pela lentidão dos sistemas anteriores”, finaliza Eugênio Pessoa.