Ocupando a terceira posição em tráfego de dados no Ponto de Intercâmbio de tráfego Internet de Fortaleza (CE), a Angola Cables é responsável por cerca de 30% do volume total de informações. Esse crescimento está, também, relacionado ao aumento no fluxo de dados no IX-CE, que em três anos aumentou 750%, saltando de 200 Gigabytes/segundo para 1.5 Terabyte/segundo.
“Vários fatores contribuíram para o aumento no fluxo de dados no IX-CE, como a pandemia, a implementação do 5G e o crescimento de novos serviços, como a Edge Computing”, explica Lucenildo Lins de Aquino Júnior, líder global de Engenharia da Angola Cables. “E para suportar esse crescimento, foram necessários investimentos e melhorias em nosso Data Center, que permitiram trabalharmos com mais fluxo de informações e aumentar a nossa colocação”, completa Júnior.
Aproveitando esse bom momento, a Angola Cables está trabalhando para ser a líder em tráfego de informações até 2025. Para isso, a empresa está buscando agregar novos serviços e se unindo com outros parceiros estratégicos. “Acreditamos que o caminho dos edge data centers vai impulsionar a troca local e ainda fazer de Fortaleza o segundo maior ponto de troca de tráfego do país ainda em 2023”, finaliza o líder global de Engenharia da Angola Cables, empresa que possui um data center Tier III em Fortaleza, com 3 mil metros quadrados, que compõe o complexo de cabos submarinos de fibra óptica SACS e Monet operados pela Angola Cables para abastecer conexões.O Data Center AngoNap ainda tem a vantagem de proporcionar e entregar conexões seguras, com baixíssima latência e escalabilidade.
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