A Amazon anunciou a construção de um datacenter no Brasil, o primeiro da empresa na América do Sul. O empreendimento irá prover acesso mais veloz aos serviços web da Amazon aos usuários sul-americanos. Baseado em “infraestrutura na nuvem”, o datacenter irá fornecer serviços computacionais como armazenamento e processamento de dados.
Os atuais datacenters da Amazon estão nos EUA (quatro deles) e na Europa (outros três). Os serviços web da empresa de comércio eletrônico podem ser acessados mundo afora, mas ter um datacenter “no quintal de casa” ajuda no desempenho dos serviços.
Com o acesso local, há redução nas falhas no caminho de rede e também diminui a latência no acesso às informações do site. Outra vantagem da abertura do datacenter sul-americano da Amazon é espalhar os serviços por mais regiões e evitar “quedas” ou indisponibilidade nos serviços, aumentando a redundância.
Adam Selipsky, vice-presidente de marketing, vendas e suporte da Amazon classifica essas subdivisões dos serviços como zonas: “Zonas são uma série de facilities operando em conjunto numa região geográfica”. “Colocadas em áreas próximas, elas diminuem a latência, mas elas estão longe o suficiente para que a sua queda não afete as outras operações”, completou o executivo.
Em novembro, a Amazon abriu vários datacenters no estado americano do Oregon. Eles se juntam aos datacenters da Califórnia, Virgínia, Dublin, Tóquio e Cingapura. O caminho lógico dessa expansão passa pela América do Sul.
Segundo a consultoria de mercado Forrester, as vendas por comércio no varejo irão dobrar até 2016. O Netflix, site de filmes, usa a estrutura web da Amazon para fornecer os serviços, já começou a vender vídeos no Brasil. Outra empresa oferecendo serviços via web para os 194 milhões de brasileiros é a Sony, com a sua PlayStation Store.
Foto: Flickr
Os atuais datacenters da Amazon estão nos EUA (quatro deles) e na Europa (outros três). Os serviços web da empresa de comércio eletrônico podem ser acessados mundo afora, mas ter um datacenter “no quintal de casa” ajuda no desempenho dos serviços.
Com o acesso local, há redução nas falhas no caminho de rede e também diminui a latência no acesso às informações do site. Outra vantagem da abertura do datacenter sul-americano da Amazon é espalhar os serviços por mais regiões e evitar “quedas” ou indisponibilidade nos serviços, aumentando a redundância.
Adam Selipsky, vice-presidente de marketing, vendas e suporte da Amazon classifica essas subdivisões dos serviços como zonas: “Zonas são uma série de facilities operando em conjunto numa região geográfica”. “Colocadas em áreas próximas, elas diminuem a latência, mas elas estão longe o suficiente para que a sua queda não afete as outras operações”, completou o executivo.
Em novembro, a Amazon abriu vários datacenters no estado americano do Oregon. Eles se juntam aos datacenters da Califórnia, Virgínia, Dublin, Tóquio e Cingapura. O caminho lógico dessa expansão passa pela América do Sul.
Segundo a consultoria de mercado Forrester, as vendas por comércio no varejo irão dobrar até 2016. O Netflix, site de filmes, usa a estrutura web da Amazon para fornecer os serviços, já começou a vender vídeos no Brasil. Outra empresa oferecendo serviços via web para os 194 milhões de brasileiros é a Sony, com a sua PlayStation Store.
Foto: Flickr