Um contrato entre o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e a empresa chinesa Huawei vai possibilitar o desenvolvimento de tecnologias digitais em áreas remotas do Pais. O contrato foi assinado na quarta-feira (30) pelo ministro Aloizio Mercadante e prevê a doação de equipamentos de grande capacidade de armazenamento de dados pela Huawei, que também deve manter os aparelhos.
Os equipamentos devem formar dois datacenters em Recife e em Manaus, e vão fazer parte do projeto de computação em nuvem da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP). A computação de nuvem é aquele tipo de acesso de dados e documentos feito por meio da internet, sendo que estes documentos ficam armazenados em servidores compartilhados e não na máquina do usuário, sendo ela o computador pessoal, celular, ou qualquer instrumento de acesso à internet. Neste caso, em vez de comprar a licença de uso, o cliente paga o programa no formato de serviço, como uma conta de luz.
Recife foi escolhida por ser um polo de desenvolvimento do Nordeste que, apesar de concentrar 29% da população nacional, só responde por 13% do Produto Interno Bruto (PIB). Alem disso, a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) desenvolve projetos de pesquisa no setor de Tecnologia da Informação (TI).
Já Manaus foi escolhida por conta da influencia da Zona Franca, que deve gerar cada vez mais empregos com o desenvolvimento de softwares e jogos eletrônicos. Os datacenters devem ser instalados ate março de 2012, mas ainda não há orçamento previsto para a implantação.
No Brasil, o conceito de computação em nuvem está sendo adotado em larga escala pelos empresários. O estudo Connected World Report, feito pela empresa Cisco Systems em 2010 mostra que o País utiliza servidores externos para o armazenamento de documentos em escala maior do que a média dos países desenvolvidos.
A pesquisa dá conta que 27% dos brasileiros entrevistados já usam a computação em nuvem, sendo que a média de adoção nos 13 países pesquisados é de 18%. Aparece com o Brasil no topo da lista e a Alemanha, também, com 27%; depois vêm a Índia, com 26%; os Estados Unidos, com 23%, e o México, com 22%.
Foto: Flickr do ministro Aloizio Mercadante
Os equipamentos devem formar dois datacenters em Recife e em Manaus, e vão fazer parte do projeto de computação em nuvem da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP). A computação de nuvem é aquele tipo de acesso de dados e documentos feito por meio da internet, sendo que estes documentos ficam armazenados em servidores compartilhados e não na máquina do usuário, sendo ela o computador pessoal, celular, ou qualquer instrumento de acesso à internet. Neste caso, em vez de comprar a licença de uso, o cliente paga o programa no formato de serviço, como uma conta de luz.
Recife foi escolhida por ser um polo de desenvolvimento do Nordeste que, apesar de concentrar 29% da população nacional, só responde por 13% do Produto Interno Bruto (PIB). Alem disso, a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) desenvolve projetos de pesquisa no setor de Tecnologia da Informação (TI).
Já Manaus foi escolhida por conta da influencia da Zona Franca, que deve gerar cada vez mais empregos com o desenvolvimento de softwares e jogos eletrônicos. Os datacenters devem ser instalados ate março de 2012, mas ainda não há orçamento previsto para a implantação.
No Brasil, o conceito de computação em nuvem está sendo adotado em larga escala pelos empresários. O estudo Connected World Report, feito pela empresa Cisco Systems em 2010 mostra que o País utiliza servidores externos para o armazenamento de documentos em escala maior do que a média dos países desenvolvidos.
A pesquisa dá conta que 27% dos brasileiros entrevistados já usam a computação em nuvem, sendo que a média de adoção nos 13 países pesquisados é de 18%. Aparece com o Brasil no topo da lista e a Alemanha, também, com 27%; depois vêm a Índia, com 26%; os Estados Unidos, com 23%, e o México, com 22%.
Foto: Flickr do ministro Aloizio Mercadante