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A implantação do novo data center da Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná – Celepar, foi concluída no último final de semana.
A Aceco TI, empresa responsável pela realização da obra,  realizou o moving (planejamento, execução tecnológica e logística da movimentação do data center) como parte do projeto de construção do novo data center da Celepar.
 
Considerada uma tarefa estratégica, a movimentação, ocorreu após um detalhado planejamento. Iniciado em maio de 2012, juntamente com o projeto e obra do data center. O objetivo era minimizar os riscos envolvidos na operação, principalmente a indisponibilidade do sistema, de modo a evitar transtornos para as secretarias estaduais, principais clientes da empresa e também para a população paranaense.
 
O moving da Celepar ocorreu após o mapeamento de todos os equipamentos e o desenvolvimento de um cronograma específico que levou em consideração os riscos envolvidos, o back up dos arquivos e a configuração dos equipamentos.
No caso da Celepar, de acordo com o Gerente de Moving da Aceco TI, Gonçalo Sousa, o planejamento foi feito tendo como prioridade o tempo e a criticidade dos sistemas, de modo a preservar a disponibilidade das informações.
 
Sala cofre com tecnologia de ponta
 
Para ampliar o atendimento aos órgãos públicos estaduais do Paraná, a Celepar investiu cerca de R$ 40 milhões na construção de seu novo data center com sala cofre certificada. O prédio conta com o que há de mais moderno em tecnologia e segurança.
Um dos destaques é a infraestrutura de energia, com dupla abordagem, que inclui uma subestação dentro do próprio prédio, eliminando o risco de interrupção de energia por ameaças externas. A redundância, por meio de estruturas duplicadas de fornecimento de energia como geradores e no breaks, garante 99,95% de disponibilidade das informações armazenadas no data center.
 
A questão das telecomunicações do data center também recebeu atenção especial. O cabeamento foi inteiramente modernizado, atualizando os cabos lógicos da categoria 6 para 6A,  o que aumenta em dez vezes a capacidade de tráfego de dados. Já os cabos de fibra óptica também sofreram um up date e passaram de classificação OM3 para OM4, favorecendo uma maior velocidade nos tráfego de informações.
Essas tecnologias ficarão protegidas dentro de um ambiente que também oferece sistemas de detecção precoce e combate de incêndios e total proteção contra ameaças externas, incluindo sabotagem e acesso indevido. A infraestrutura será monitorada constantemente por meio de CFTV e controles de acesso.