LEO & Data Centers: Competir, integrar ou ignorar e ficar para trás?
Esta sessão ocorreu em Abril 16, 2026
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A conectividade global está mudando profundamente.
As constelações LEO deixaram de ser soluções para áreas remotas, passando a atuar como ERBs (Estações Rádio-Base) competindo de forma direta com a infraestrutura terrestre.
Chegar às áreas mais remotas onde há baixa densidade de torres de celular e cabos de fibra põe em xeque a conectividade e evidencia a infraestrutura terrestre limitada de regiões remotas, como o Norte e o Centro-Oeste do Brasil, onde a conectividade deve ser confiável e integrada a satélites. Este contexto propicia o uso do modelo híbrido de conectividade: terra + espaço.
Este novo cenário muda tudo para os data centers, que deixam de ser apenas destino do tráfego e passam a atuar como nós estratégicos de integração entre redes terrestres e satelitais, exigindo novas arquiteturas, locais e decisões estratégicas. Uma mudança que tem grande potencial de expansão de conectividade, mas que no Brasil enfrenta desafios técnicos, regulatórios e econômicos que tornam a implementação complexa.
Você verá neste painel:
- Data centers como nós de uma rede global, exigindo preparação para múltiplas rotas de conectividade (fibra + LEO)
- Regulação e políticas públicas
- Expansão do Edge e dos micro data centers
- Surgimento de novos polos de data centers fora dos grandes centros
- Novos concorrentes do setor: empresas de satélites vs data centers
- Nova cadeia de valor: data centers como plataformas inteligentes de conectividade
Participe desta discussão!